Pegge
São Paulo, 1997
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Artista visual e músico autodidata, Pegge iniciou sua trajetória em 2018 explorando a pintura como forma de registrar vivências e referências culturais. Com o tempo, expandiu sua linguagem para refletir sobre identidade e ancestralidade, criando obras que mesclam jazz, hip hop, mangás e símbolos afro-brasileiros.
Em 2024, apresentou a exposição Jazzmatazz – Todos Meus Manos Ouvem Jazz, na qual destacou o papel do jazz como movimento revolucionário para a comunidade negra e sua influência sobre novas gerações. Já em 2025, retorna com sua segunda individual, Amor Supremo, onde aprofunda a pesquisa multimodal entre pintura e som. Inspirado por John Coltrane, Moacir Santos e pela vivência na periferia paulistana, traduz heranças da música negra em uma experiência que une cor, ritmo e espiritualidade.
Por meio de sua produção, Pegge busca desafiar estereótipos e provocar discussões sobre presença e protagonismo negro nas artes. Sua abordagem, intuitiva e não literal, transforma sensações internas em experiências visuais que reverberam como força energética.
O Mensageiro, 2025 — Óleo sobre tela 120 x 90 cm
Coisas N1/Primeiro Instrumento do Mundo, 2025 — Óleo sobre tela 120 x 90 cm
Antes de Tudo Havia o Som, 2025 — Óleo sobre tela Díptico 90 x 180 cm [90 x 90 cm]
Amor Supremo, 2025 — Óleo sobre tela 140 x 120 cm
Coisas N9/Primeiro Instrumento do Mundo, 2025 — Óleo sobre tela 120 x 140 cm
I Love Music pt.2, 2025 — Óleo sobre tela 100 x 100 cm
Giant Steps 3, 2024 — Óleo sobre tela 100 x 90 cm
Swamini, 2025 — Óleo sobre tela 80 x 120 cm
Preso em minha própria mortalidade, questiono a paz e adoro a guerra, 2025 — Óleo sobre tela 100 x 100 cm
Inspirações de Sun Ra, 2024 — Óleo sobre tela 200 x 160 cm

