EM EXIBIÇÃO
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24.09.26 | Coordenadas Improváveis
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Sobre: É com enorme alegria que a MITS inaugura seu novo espaço, um marco importante no crescimento da galeria ao longo de seus três anos de existência e, ao mesmo tempo, uma afirmação de tudo aquilo que ainda está por vir.
A galeria nasceu da vontade de ir além de um ambiente estático, buscando aproximar artistas, gerações e pessoas. Da Barra Funda ao Jardins, de jovens colecionadores a coleções já estabelecidas, há algo que atravessa todos aqueles que se encontram- e já se encontraram- na Mits: a curiosidade por saber mais, olhar para além do horizonte e permanecer aberto ao inesperado. É a partir desse desejo que a galeria chega ao seu novo lar: um espaço de 200 m² pensado para fomentar o deslocamento entre andares, ambientes, trabalhos, livros, telas e fotografias, mas também para acolher momentos de pausa, escuta e encontro. Afinal, uma comunidade não é feita apenas do espaço que ocupa, mas das pessoas que ali passam, das relações que ali se constroem e daquilo que pode florescer a partir delas.
“Coordenadas Improváveis” inaugura essa nova etapa e parte justamente do novo ponto que a galeria passa a ocupar no mapa da cidade. Coordenadas, em seu sentido mais estrito, definem a posição exata de um ponto no espaço. Há, no entanto, algo que sempre escapa à precisão de X e Y: os encontros que acontecem pelo caminho, os desvios de rota e as aproximações que não poderiam ser previstas de antemão.
A mostra propõe, assim, outros eixos possíveis: atravessa mapas, mergulha em relevos e cruza rios para fazer surgir encontros inéditos e inesperados. Aqui, o mapa deixa de ser apenas um instrumento de localização para se tornar território de relações, tentando tornar visível algo daquilo que uma conexão espontânea é capaz de criar.
Da mesma forma, a Mits se coloca como esse ponto de encontro entre pessoas, práticas e trajetórias distintas. Um lugar em que percursos que pareciam distantes podem, por um instante, se cruzar. É justamente nessas coordenadas improváveis - nos desvios, nas aproximações e naquilo que não se pode antecipar - que surgem as novas possibilidades de se criar espaços de troca, cuidado e criação.
Datas: 24 Set. — Nov. 2026
Curadoria: Steve Coimbra
Fotos: Raphael Briest
07.05.26 | Quando a Água Aprende a Queimar
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Sobre: A exposição Quando a Água Aprende a Queimar, de Lía Matos, reúne trabalhos recentes da artista brasileira, nascida em Florianópolis e radicada em Nova York, cuja prática investiga a transformação como estado contínuo — um movimento entre dissolução e reconfiguração que atravessa matéria, memória e tempo por meio da abstração, atravessado pela presença do fogo como força interior que orienta e sustenta o impulso da existência.
Símbolo ancestral, o fogo surge em sua pesquisa como energia ambivalente: ilumina e revela, mas também consome e germina. Transformar, nesse contexto, é ter a coragem de queimar o que já não serve, abrindo espaço para outras formas de vida.
Na exposição, Lía constrói paisagens sensíveis que partem de um gesto de escuta — ao outro, à natureza e a si — traduzido a partir dessas superfícies mutáveis. É nesse ponto que o fogo encontra a água: se a água é fluxo e emoção, aprender a queimar implica romper qualquer destino fixo. Suas obras convidam o público a atravessar diferentes estados e camadas de experiência, onde o fluido entra em combustão e a transformação se afirma como condição de existência.
Datas: 07 Mai. — Jun. 2026
Curadoria: Lara Maia
05.02.26 | Através
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Sobre: Com obras de David Batchelor, Maria Luiza Toral, Alexandre Canonico, Rafael D’Aló e Maria Tereza Bomfim, “Através”, aborda a ideia de transparência em três dimensões: estética, no uso de materiais visivelmente transparentes. No sentido material, a partir de resíduos e objetos socialmente desvalorizados. E por fim de maneira processual, quando os modos de fazer e expor são revelados. A exposição convida o público a atravessar a forma e perceber aquilo que a antecede, a sustenta e permanece.
Datas: 05.Fev. — 20.Abr. 2026
Curadoria: Lara Maia
04.09.25 | Depois da Luz
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Sobre: A primeira individual de Thiago Almeida (TAF), reúne 27 obras que investigam o intervalo do acaso. Ao revelar as camadas, vestígios e memórias, essas intervenções convidam o olhar a um exercício interpretativo próprio, onde a leitura se forma de modo autônomo e contínuo.
O encontro entre fotografia e pintura se faz, aqui, sem hierarquias. Ao borrar fronteiras entre esses meios historicamente distintos, TAF abre espaço para um olhar que não busca o reconhecimento imediato, mas a invenção
Data: 27.Nov. 2025 — 01.Fev. 2026
Curadoria: Renata Rocco
04.09.2025 | Amor Supremo: Antes de Tudo Havia o Som
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Sobre: A exposição individual de Pegge reuniu nove pinturas e uma obra sonora que se articulam de forma simultânea e interdependente. Inspirado pela herança musical e espiritual negra, o artista construiu uma experiência multimodal em que gesto pictórico e composição sonora se entrelaçam.
Entre cores, ritmos e símbolos, suas obras afirmam a arte como ritual, traduzindo frequências e ressignificando o jazz como linguagem de afeto, resistência e espiritualidade.
Datas: 04.Set. — 28.Nov. 2025
Curadoria: Nathalia Grilo
03.08.2025 | velha roupa colorida
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Sobre: A mostra individual de Toia Tostes apresentou obras em tecido, retalhos e bordados que exploram memória, colecionismo e sensibilidade.
Inspirada pela lógica de inversão de Alice no País das Maravilhas, a artista subverte formas rígidas e cria composições múltiplas, onde delicadeza e imaginação se entrelaçam em uma prática marcada pela experimentação e pelo apreço ao detalhe
Datas: 07.Ago. — 30.Set. 2025
Curadoria: Liz Sampaio
15.05.2025 | Turbilhão
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Sobre: A exposição individual de Solly Kamkhagi reuniu obras produzidas entre 2019 e 2022, marcadas por camadas de cor, colagens e gestos pictóricos que extrapolam a percepção visual para envolver o corpo do espectador.
Radicado no Brasil desde 1968, o artista libanês de trajetória consolidada explora em Turbilhão a tridimensionalidade da pintura, incorporando referências de sua formação e memória cultural. O resultado é um conjunto vigoroso, em que densidade e sensibilidade se encontram em diálogo contínuo com a experiência do olhar.
Datas: 15.Mai. — 02. Set 2025
Curadoria: Khadyg Fares
20.02.2025 | Instante em frequencia de luz
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Sobre: Reunindo os artistas Shaolin Shabba Shao, Gabriel Branco e TAF, a coletiva Instante em frequência de luz apresentou obras que transitam entre pintura, fotografia e experimentação gráfica.
A mostra propôs um diálogo sobre luz, energia e memória como elementos em constante movimento, explorando gestos pictóricos, camadas temporais e superfícies reinventadas. O resultado foi uma experiência sensorial que destacou a arte como fluxo contínuo, sempre em transformação.
Datas: 20.Fev. — 10.Mai. 2025
Curadoria: Liz Sampaio
05.12.2024 | Folclore Urbano
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Sobre: Encerrando o ano, a exposição individual Folclore Urbano, de Sérgio Free, ocupou a galeria com narrativas visuais que dialogam com símbolos e mitologias contemporâneas de rua.
O artista ressignifica elementos do urbano em obras que cruzam a estética de São Paulo com a tradição de uma arte cotidiana.
Datas: 05.Dez. 2024 — 15.Fev. 2025 Curadoria: Luiza Testa
22.10.2024 | O amor arranca as máscaras sem as quais temíamos não poder viver
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Sobre: Com obras que transitam entre fotografia e pintura, a mostra apresentou o olhar sensível de Will de Carvalho e Jay Boggo.
O amor arranca as máscaras sem as quais temíamos não poder viver abordou as complexidades da identidade, da intimidade e das relações humanas, em um diálogo potente entre imagem e gesto.
Datas: 24.Out. — 30.Dez. 2024
Curadoria: Carollina Lauriano
22.08.2024 | A gente ama o que não conhece
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Sobre: Em parceria com a VANDL ART, a MITS apresentou a coletiva A gente ama o que não conhece, reunindo sete artistas que exploraram diferentes técnicas e estilos.
Com os artistas: Artista Brenda Nicole, Emilia Brandão, Jamex, Josh Brandão, Raquel Pater, Ricardo Bueno e Vivi Rosa; A mostra destacou a diversidade criativa como força motriz da galeria, promovendo diálogos entre linguagens visuais plurais em um mesmo espaço.
Datas: 22.Ago. — 12.Out. 2024
Curadoria: Victor Valery
27.06.2024 | Jazzmatazz: todos meus manos ouvem jazz
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Sobre: A abertura da unidade Jardins foi celebrada com a exposição individual Jazzmatazz – Todos meus manos ouvem jazz, do artista Pegge.
Músico e autodidata, o artista uniu pintura e performance em um pocket show que movimentou a rua com mais de 400 visitantes, estabelecendo a galeria como polo de encontro e efervescência cultural.
Data: 27.Jun. — 17.Ago. 2024
Curadoria: Carollina Lauriano

